Informações de Renato explica ausência de Bitello e não garante permanência dele no Grêmio
Renato explica ausência de Bitello e não garante permanência dele no Grêmio
Com dores musculares, meia foi desfalque do Tricolor na vitória por 2 a 0 diante do Cuiabá neste domingo
Considerado um dos principais jogadores do Grêmio no início da temporada e um dos principais ativos do clube, o meia Bitello ainda tem o seu futuro incerto na Arena mesmo com o fechamento das janelas de transferências dos principais países do futebol europeu.
O meio-campista perdeu espaço nos últimos jogos. Após iniciar no banco de reservas contra o Cruzeiro, ele ficou de fora da lista de relacionados no confronto contra o Cuiabá, na manhã de domingo, na Arena. O motivo alegado foram dores musculares.
Na entrevista coletiva após a partida, o técnico Renato Portaluppi não garantiu a permanência do atleta para a sequência final da temporada. No entanto, ressaltou que qualquer negociação só será concretizada se aparecer um "bom negócio" para ambas as partes envolvidas.
– A janela fechou para alguns países, nem todos. Ainda existe uma possibilidade, então vamos aguardar. Enquanto tiver chance de repente pode aparecer um bom negócio para ele e para o clube. Daí é um problema da diretoria, mas a gente não pode bater o martelo hoje e dizer que 100% a chance dele ficar – comentou o técnico, que também explicou a ausência na partida.
— Tenho conversado bastante com o Bitello. Ele se queixou de dores musculares, as dores não sumiram. Seria muito risco, poderia ser cortado da seleção olímpica. Por isso que ele não esteve na concentração. Ele sabe que é importante para a gente.
O Grêmio recusou uma proposta do Feyenoord, da Holanda, pelo meio-campista. Os valores oferecidos pelo clube holandês não empolgaram o Tricolor, que nem avançou nas conversas. A proposta foi de 7 milhões de euros (R$ 37,2 milhões) e chegou ao clube na segunda quinzena de agosto
Apesar do fechamento da janela de transferências nos principais centros europeus, seguem abertas em ligas alternativas como, por exemplo, Bélgica, Polônia, Suíça, Sérvia e Grécia.